Chuva e praia! Quem disse que não daria certo?

17 10 2011

Sábado, 15 de outubro de 2011 – 19 horas da noite. O dia amanheceu meio cinzento, chuvoso, mas nos nossos corações havia muito sol. Evelyn, Raquel e eu saímos de Caçapava rumo ao litoral. Parecia uma viagem normal, totalmente improvisada, mas na verdade, foi uma deliciosa aventura.

No interior do carro, uma tensão pela estrada escura e nebulosa, mas nos nossos rostos o sorriso de meninas peraltas… Cada curva da estrada trazia a feliz ansiedade de que o mar estava cada vez mais perto.

A viagem foi mais longa que o planejado, mas ter companhias de pessoas que queremos bem, encobre tudo, até o cansaço e o baixo astral que me consumia.

Na aconchegante casa onde mal conhecíamos os proprietários, a acolhida fraterna… Willian, Xuxa e mais algumas pessoas desconhecidas até o momento para nós, nos receberam com sorrisos, mimos e, diga-se de passagem, com muita cerveja… Colchões preparados em cômodos para quem quisesse descansar… Mas peraí? Quem queria descansar?

Num ambiente descontraído e de muita alegria, ficamos ali algumas horas, antes de nos aventurarmos na Festa do Branco no 180.

Fila imensa, convite comprado (na verdade, nem todos conseguiram entrar), Raquel e eu rimos, dançamos, cantamos sem pressa, sem remorso, sem arrependimentos…

Meu convite era camarote (o único que encontrei de cambista), o da Raquel era pista (também a única opção encontrada), e de camarote mesmo só a vista… Afinal, pra quê camarote tendo a Raquel como companhia?

A luz que ela irradiou, nos fez conhecer o Biga, que transformou a nossa noite num camarote ao quadrado com direito a openbar… kkk

Se dizendo apaixonado pela morena mais linda da balada, abasteceu não só nossas risadas, como os vários copinhos de vodka com redbull (já que seu amigo barman não tinha limites em lhe oferecer o que ele bem gostaria de tomar).

– Moço, mas e se nesse copo tiver uma boa-noite cinderela? Frase da Raquel (rs)… E para provar que ele queria somente conhecê-la melhor, tomava a bebida comprovando suas sinceras intenções…

E assim foi a nossa noite! Entre rostos desconhecidos, estávamos lá, dançando e cantando como há muito tempo não fazia… Foi um momento nosso! E que momento!!!

No final da festa, entendemos o porquê do tema! Festa do branco! Pois foi assim que me senti ao retorno para a casa… Totalmente em paz…

Na subida da serra, o trânsito era lento, congestionado e a pista pra lá de escorregadia… E contando com uma motorista como eu, tensa, preocupada com a chuva, fiz uma parada na baia em menos de três curvas de serra para um breve descanso e alivio de tensão…

Como num passe de mágica, um mineiro chamado Davi, se oferece a guiar o carro até a subida da serra. Ele estava com o tio e como estava atrás do meu carro, visualizou a minha dificuldade…

Receosa, mas bem a vontade em confiar em mineiro (a vida tem me mostrado isso), entreguei a direção…

Davi foi mais um personagem desconhecido dessa aventura! E que anjo ele foi!

No final da viagem, apesar do clima tenso, nossos corações palpitavam felizes!

Tenho a certeza de que estar com vocês amigos (Evelyn, Raquel, Willian, Pezão, Xuxa, Danuza, Cris e Vitor), a praia de Itamambuca, nos meus conceitos, ficou muito mais bonita…

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One response

17 10 2011
Raquel Silva

Sem comentário perfeito ameiiiiiiiiiii.e diga de passagem nossa vc retratou nossa viagem perfeitamente…bjsssssss

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