Reencontro

6 11 2012

No feriado de finados, recebi a visita da Cristina Kumimoto, sem notificação prévia para amenizar o inevitável susto… Uma amiga de tempos passados, da minha adolescência… Ressuscitadissima! E confesso que ela não poderia aparecer em melhor hora, pois precisava de uma boa conversa para ocupar minha cabeça, aquietar meu coração e alegrar um pouquinho aquele dia vazio, cinzento e triste…

Em meio a conversas, batemos o martelo em organizar um reencontro de pessoas que fizeram parte da nossa juventude, das nossas brincadeiras infantis, das nossas salas de aula, das gincanas organizadas pelo nosso querido Professor Ney, enfim, pessoas em comum que passaram por nossas vidas … Detalhe: em tempo recorde. Mais precisamente, nesse final de semana…

Engraçado que o primeiro passo foi rever fotos antigas, guardadas no fundo de uma gaveta qualquer… Precisávamos nos lembrar das pessoas…  De uns tivemos vaga lembrança, de outros alguma dúvida sobre quem era. Isso demonstra que a pessoa teve pouca ou nenhuma importância para as nossas emoções e de outros nem do nome nós lembrávamos mais e o constrangimento em meio a risos se apresentava inteiro diante da pergunta: “Quem é esse da foto?”.

Ao olhar aquelas imagens, tudo o que vivenciamos com aquelas pessoas nos vieram à tela mental como se estivéssemos vendo o filme da própria vida. Comédia românica ou drama, tanto faz. Não importa quantos anos se tenham passado. Se a recordação está viva é porque o outro não foi colocado na vala do esquecimento, e é bem possível que apenas pensamos que eles caíram no esquecimento, mas não!

Em meio a muita resistência, reativei meu facebook, afinal como reencontrar pessoas que o tempo distanciou? Me rendi a tal da rede social com o intuito de permanecer até a data do evento… Essa atitude pode ser revogada, claro! Pois, a rede social acaba sendo uma ferramenta aos solitários…

Bem, o fato é que a ausência de alguns não corroeram uma amizade selada no coração. E eu estou na busca frenética desses amigos…

Há os que marcaram demais, os que sumiram do mapa, os que já nos desentendemos, os que já nos apaixonamos… Porém, pensando bem, todos fizeram parte do nosso passado é inútil qualquer manifestação de ressentimento.

O passado guarnece as lembranças, mas não é a nossa moradia. Deixemos que ele fique em paz onde está e vivamos o presente!

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One response

8 11 2012
Cristina Kumimoto

Ô Kátia!Que saudades desta época, lembranças que ficarão para sempre em nossas memórias! Tudo e todos foram importantes em nossas vidas…

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